sexta-feira, 29 de junho de 2012

Áreas de Atuação do Cirurgião Dentista- Implantodontia





Técnica Cirúrgica de substituição de dentes perdidos com Implantes feitos de titânio que se integram completamente no osso maxilar ou mandibular. Pode-se substituir 1 dente, vários dentes e até mesmo todos os dentes.
Após a osteointegração, podem ser usados como suporte para coroas unitárias, pontes ou próteses dentárias, para substituir os dentes perdidos de forma eficaz, duradoura e altamente estética, funcionando de forma idêntica aos seus dentes.

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A perda de dentes pode ter sérios efeitos na sua saúde dentária e na sua aparência pessoal. Quando perde um ou mais dentes, os restantes podem sair da sua posição original. Isto pode levar a alterações na mastigação, problemas na articulação da mandibula, reabsorção ossea, perda de mais dentes, cárie e doenças das gengivas. 
Hoje em dia é possivel reabilitar pessoas desdentadas ou que têm dentes em vista de serem perdidos através de várias técnicas, no entanto, os implantes dentários são a melhor forma existente. Os implantes são estruturas de metal posicionadas cirurgicamente, por baixo da gengiva, no osso Maxilar ou Mandibular e que substituem as raízes dos dentes. A cirurgia podera ser feita por um Médico Dentista especializado e após a cicatrizacao ossea estar concluida, permitem montar coroas dentárias de ceramica ou acrílico sobre os implantes.

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Os implantes podem substituir um único dente (unitários) , vários dentes seguidos (pontes sobre implantes) ou mesmo reabilitar quem não tem dente nenhum ( prótese total sobre implantes).
Permitem assim recuperar a função e a estética oral. Hoje em dia já é possivel um paciente sem dente nenhum sair no próprio dia da cirurgia com os “dentes todos implantados”.
Por serem integrados no osso, os implantes oferecem também um suporte estável para os dentes artificiais e permitem que próteses parciais ou totais removiveis montadas sobre estes não mudem de posição na boca, o que se mostra um grande benefício durante a alimentação ou a fala. Os implantes proporcionam uma situação mais natural do que pontes ou próteses removíveis convencionais que por vezes são simplesmente desconfortáveis ou até inviáveis. Outra vantagem dos implantes é não ser necessário preparar ou desgastar os dentes naturais para apoiar os novos dentes substitutos no lugar.

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Para receber um implante, é preciso que tenha gengivas saudáveis e osso em quantidade e qualidade adequada para sustentá-lo. No entanto, se isso nao se verificar, o seu Médico Dentista pode fazer tratamentos ás suas gengivas e fazer enxertos ósseos aquando ou antes da cirurgia para colocação de implantes. Por vezes, devido à falta de dentes, o paciente sofreu uma reabsorção óssea substâncial, ao que pode ser sugerido um enxerto ósseo por razões estéticas para além das funcionais. Consegue-se assim eliminar rugas, posição labial alterada, posição das coroas sobre implantes inadequada, entre outras.
Os implantes são, em geral, mais dispendiosos que outros métodos de substituição de dentes e a maioria dos convênios/acordos não cobre os seus custos. No entanto propocionar-lhe-ão uma qualidade de vida igual à de uma pessoa com os dentes todos saudáveis ou até mesmo superior uma vez que não são susceptíveis a qualquer doença. No entanto as estruturas adjacentes aos implantes(gengiva e osso), têm de ser mantidas saudáveis. Uma higiene oral meticulosa e visitas regulares ao Médico Dentista são essenciais para o sucesso a longo prazo dos seus implantes.


Disponível em :  http://cmdavenida.com/index.php?option=com_content&task=view&id=14&Itemid=30











segunda-feira, 11 de junho de 2012

Áreas de Atuação do Cirurgião Dentista- Ortodontia


É a especialidade da Medicina Dentária que se ocupa do correto alinhamento dos dentes e maxilares. 

No obstante a ortodontia enfrenta problemas que vão muito além de alinhar os dentes, muitas vezes é preciso corrigir alterações da posição e crescimento dos maxilares. 

A ortodontia é a especialidade da Medicina Dentária que trata do correcto posicionamento dos dentes e maxilares, tanto por razões estéticas, melhorarando assim o sorriso, como por questões de saúde. 

Normalmente, um Médico Dentista recomenda a colocação de um aparelho para a correcção orofacial dos pacientes, no entanto poderá ser necessário algum tipo de Cirurgia Ortognática para que a correcção seja completa. Através de um tratamento ortodontico, problemas como dentes sobrepostos, dentes mais para a frente ou mais para trás, posição incorrecta do maxilar e outros problemas são corrigidos.

Os pacientes com problemas ortodonticos podem beneficiar de um tratamento praticamente em qualquer idade. A altura ideal para a colocação do aparelho é entre os 10 e os 14 anos de idade, enquanto a cabeça e a face ainda estão em crescimento e a posição dos dentes é mais facil de ser corrigida. No entanto, como quaisquer ajustes na aparência facial podem ser traumatizantes para uma criança durante estes anos, os pais devem falar da questão com as crianças antes de se colocar o aparelho. Os aparelhos não são só para crianças, cada vez mais adultos também os usam para corrigirem patologias e para melhorarem os seus sorrisos.

Que tipo de aparelho terei de usar?

O seu Médico Dentista saberá que tipo de aparelho é melhor para o seu problema em particular.

Durante quanto tempo terei de usar aparelho?

Depende do plano de tratamento. Quanto mais complicado for o problema e quanto mais idade tiver, maior será o período de tratamento. A maior parte dos pacientes usa aparelho desde os 12 aos 30 meses, usando seguidamente um retentor durante alguns meses, e até vários anos. Este é colocado para solidificar e alinhar os tecidos à volta dos dentes que foram endireitados.

O tratamento com Aparelho Ortodontico será desconfortável? 

Os componetes do Aparelho são ajustados em cada visita, fazendo alguma pressão nos dentes ou maxilares, estes podem ficar ligeiramente doridos. Os componentes também poderão ferir um pouco as mucosas mas o desconforto é breve. Deve lembrar-se que alguns dentes podem ter de ser extraídos para criar espaço para os dentes que estão a ser movimentados com o aparelho e para um alinhamento adequado dos maxilares. 

Tenho de evitar alguns alimentos ou hábitos pessoais durante o tratamento?

Sim. Reduza os doces, batatas fritas e refrigerantes carbonatados, entre outros. As comidas doces e amiláceas geram ácido e  consequentemente placa que podem causar cárie dentária e doenças das gengivas. Corte os alimentos mais rijos como as cenouras ou maçãs em pedaços mais pequenos. Doces pegajosos como os caramelos podem causar danos e alargar o aparelho. Evite aperitivos rijos que possam partir o aparelho, incluindo as pipocas, nozes e doces mais duros. Não pode mastigar cubos de gelo, chuchar no dedo, trincar os lábios e fazer força com a língua nos dentes.

E quanto aos cuidados a ter em casa com o aparelho?

Com um aparelho, a higiene oral é mais importante do que nunca. Os aparelhos têm pequenos espaços onde as partículas de comida e a placa ficam presas. Use um colotório com flúor e escove os dentes cuidadosamente a seguir a todas as refeições com uma pasta dentífrica com flúor e com uma escova adequada. Lave bem e verifique se os seus dentes estão limpos. Use o fio dentário e o escovilhão entre os componentes do aparelho. Limpe os seus dentes no seu Médico Dentista semestralmente para manter os dentes e gengivas saudáveis. Uma limpeza insuficiente enquanto se usa aparelho pode, para alem de cáries, causar manchas no esmalte à volta do aparelho ou dos componentes.

Quem me fará o tratamento de ortodontia?

O seu Médico Dentista é responsável por coordenar o seu tratamento dentário, o que pode incluir qualquer plano de tratamento de ortodontia, incluindo diagnóstico, exames e alguns procedimentos de ortodontia. No entanto, o mais natural será reencaminhá-lo para um Médico Dentista especializado em ortodontia, que normalmente so se dedicam a esta área e são especializados no desenvolvimento, prevenção e correcção de irregularidades dos dentes, maxilares e problemas faciais relacionados.

Disponível em :  http://cmdavenida.com/index.php?option=com_content&task=view&id=24&Itemid=40






















sexta-feira, 8 de junho de 2012

Áreas de Atuação do Cirurgião Dentista- Endodontia


A Endodontia é a especialidade que realiza o tratamento do ``canal´´ dos dentes, ou seja, consiste na eliminação da polpa (nervo) do interior da camara pulpar e dos canais radiculares e desinfecção dos agentes patogénicos. Posteriormente, faz-se o selamento dos canais de forma hermética com material sólido que evite futuras complicações e assim permite manter o dente no seu espaço e manter a sua função.


A cárie dentária é uma doença infecciosa causada por bactérias e resulta na destruição dos tecidos dentários. Se o ponto de destruição não for tratado, pode formar-se uma cavidade, que necessitará de ser restaurada. A cárie dentária, começa nas superfícies de mastigação, nas fissuras, entre os dentes e nas raízes expostas. A cárie penetra o esmalte e dentina e pode chegar a câmara pulpar (que são os tecidos que dão vida ao dente, nervos e vasos), causando uma infecção pulpar que provoca um abcesso, sendo necessário um tratamento dos canais da raiz. A câmara pulpar também pode ser danificada por um traumatismo e muitas vezes a única forma de salvar o seu dente é através da desvitalização ou seja, tratamento Endodontico.



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O que é o tratamento Endodontico?

No interior de cada dente há uma área especializada chamada câmara pulpar. Esta contém um sistema de vasos sanguíneos, vasos linfáticos, nervos, que provêm do osso alveolar e entram o dente através dos canais da raiz. Este sistema alimenta as células do interior do dente. A cárie profunda ou outros ferimentos podem causar danos ou afectar os tecidos moles. Num tratamento dos canais das raízes ou tratamento endodôntico, o dentista remove o tecido danificado e substitui-o por um enchimento especial com materiais biocompatíveis que ajudam a manter a estrutura dentária restante e não permitem que quaisquer bactérias se introduzam no organismo.
Algumas indicações para poder ser necessária a realização de um tratamento Endodontico:
- Dor espontânea ou aguda ao trincar, intensificando-se à noite;
- Sensibilidade a alimentos quentes ou frios;
- Cárie profunda ou um ferimento que crie um abcesso no osso.
Como é feito o tratamento Endodontico?
Este tratamento é complexo e minucioso, o procedimento é normalmente realizado em 3, 4 ou mais consultas e varia consoante a complexidade do dente (quantos mais raízes e canais tiver o dente mais moroso será o tratamento).


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Numa primeira consulta, depois do dente ser anestesiado, é feita uma abertura para a câmara pulpar através da coroa do dente. Poderá ser necessário uma nova anestesia intra-canalar e uma drenagem do abcesso (se existente). Sempre que possível é determinado o comprimento do canal ou canais das raízes (tanto o número como o comprimento dos canais variam muito conforme os dentes e especialmente de pessoa para pessoa). O tecido infectado é removido através de técnicas manuais ou mecânicas e os canais são limpos, alargados e é-lhes dada forma. Finalmente é aplicado um medicamento dentro dos canais e fechado com uma massa provisória.
Para uma segunda consulta aguarda-se algum tempo (este varia conforme o caso). Se necessário, os procedimentos anteriores são repetidos em novas consultas quantas vezes for necessário, se não, passa-se à fase seguinte. Esta trata-se de preencher e selar os canais. Cada canal e selado ate ao ápex (ponta) da raiz com uma matéria borrachóide impregnada em cimento. É de novo fechado provisoriamente.
Na última consulta faz-se a restauração do dente. Esta é feita com os materiais adequados ao caso, de forma a que a estética, forma e função sejam restituídas ao dente. Pode ser acrescentado um espigão para dar apoio estrutural ou para reter os materiais da restauração.

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Visto que a destruição dentária é elevada e o remanescente do seu dente perdeu a vitalidade o dente fica mais frágil que um dente vital, assim, uma restauração com uma coroa de metal ou de cerâmica dará mais resistência ao dente.
O material usado para selar os canais provavelmente durará uma vida, mas pode ter de ser substituído, tal como a restauração ou a coroa.


Disponível em : http://cmdavenida.com/index.php?option=com_content&task=view&id=33&Itemid=54













quinta-feira, 7 de junho de 2012

Áreas de Atuação do Cirurgião Dentista - Periodontia


Periodontia é a especialidade da Odontologia que trata das doenças das gengivas e dos tecidos de suporte dos dentes. Pacientes que possuem doença periodontal devem ser acompanhados de forma sistemática e cuidadosa pois esta patologia leva ao “amolecimento” e perda de dentes muitas vezes sem nenhum sinal de cárie. Possivelmente a doença periodontal está ligada a uma predisposição individual do paciente e não a sua quantidade e/ou qualidade de higiene oral sendo portanto fundamental a atenção de um especialista em Periodontia.

O tártaro é uma formação do depósito de placas bacterianas que reagem quimicamente com fosfato de cálcio da saliva, originando uma camada endurecida sobre os dentes. Deve ser removida pelo dentista e pode ser prevenido pela escovação e uso do fio dental.








A periodontite é a inflamação que atinge os tecidos periodontais, provocando a destruição desses, e do osso alveolar, responsável pela fixação do dente. Com sua evolução há o amolecimento do dente devido a perda óssea e ocasionando a perda do dente, (provocada pela presença do tártaro).





A gengivite é uma inflamação dos tecidos gengivais que circundam o dente. Geralmente é precedida pela placa bacteriana no sulco gengival.
A falta de higienização adequada também pode comprometer a saúde da gengiva. Um dos primeiros sintomas de que ela está com algum problema é a presença de inchaços, cor avermelhada e sangramento durante a escovação. Esses são sinais de gengivite, ou seja, inflamação nessa região. “A gengiva é tão importante quanto o dente; para mantê-la saudável é fundamental, após a escovação, passar o fio dental corretamente entre as curvas dos dentes.” Se a gengivite não for tratada, a infecção pode se "espalhar" e comprometer a estrutura que sustenta os dentes, a gengiva começa a se soltar e a se retrair dos dentes (esta fase é chamada de periodontite). Isto permite que a placa bacteriana se mova em direção às raízes, às fibras de sustentação e ao osso. Para evitar maiores problemas no futuro, além da higiene bucal, o ideal é visitar o dentista de 6 em 6 meses. 







As Doenças Periodontais são diagnosticadas pelo cirurgião-dentista.
A placa bacteriana, com o tempo, poderá se mineralizar formando o tártaro ou cálculo gengival. Juntos, a placa e o tártaro deslocam as gengivas através da destruição das fibras que prendem o dente à gengiva. Se essa alteração não for tratada, a estrutura óssea que sustenta o dente poderá se comprometer e, a longo prazo, poderá ocorrer a perda do elemento dental. Esse abalo na estrutura óssea é denominado Periodontite (doença periodontal).

O que é doença periodontal?
É uma infecção, causada por bactérias, que afeta os tecidos que rodeiam os dentes; caracteriza-se pela formação de um espaço indesejável entre a gengiva e o dente, chamado de bolsa periodontal, a qual favorece o acúmulo de resíduos alimentares e bactérias. A doença periodontal é a principal causadora da perda de dentes em adultos.

Como posso saber se já tenho doença periodontal?
0 sinal mais característico é o sangramento, mas devemos estar atentos também para: alterações na posição dos dentes, mobilidade, retrações gengivais, retenções de alimento, inchaço etc. 

Ao perceber sangramento durante o uso do fio dental, devo suspender esse procedimento de limpeza?
Não, desde que esteja passando o fio corretamente. 0 sangramento denota a presença de bactérias nessa região e, dessa forma, é conveniente continuar com o uso do fio na tentativa de removê-las.

Qual a causa da doença periodontal?
A placa bacteriana aderida ao dente é a única causa, porém algumas alterações na gengiva podem estar associadas a causas hormonais, uso de alguns medicamentos, queda de resistência etc. 

Existem medicamentos indicados para o tratamento?
Não é possível o tratamento desta doença somente com medicamentos, sejam estes locais ou sistêmicos. A placa bacteriana aderida ao dente tem que ser removida mecanicamente. 

Como o tratamento é realizado pelo cirurgião-dentista?
É feito com a remoção da placa bacteriana aderida através de raspagem e alisamento das raízes dos dentes. Quando os instrumentos de raspagem não atingem toda área da raiz comprometida, as cirurgias são indicadas; para facilitar o acesso.

Uma vez tratada a doença, os tecidos recuperam-se integralmente?
Não, sempre ficam seqüelas, com exceção das gengivites. A doença periodontal deixa como seqüelas alterações estéticas como: deslocamento na posição do dente, retração gengival com conseqüente aumento no comprimento do dente etc. Existem procedimentos cirúrgicos e protéticos que podem miminizar esses defeitos.

De quando em quando se fazem os retornos para a manutenção após o tratamento?
As visitas para manutenção devem assegurar a estabilidade da condição de saúde alcançada com o tratamento e, assim, evitar tanto a o progressão da doença como a sua recidiva. Nos casos mais avançados, recomenda-se uma periodicidade de 3/3 meses e de 4/6 meses para a maioria das pessoas.

É possível prevenir esta doença?

A sua prevenção pode ser feita unicamente removendo a placa bacteriana através de limpeza bucal doméstica com fio dental e escova, mais limpezas periódicas feitas pelo dentista.

Qual é a relação entre Doenças Periodontais e Doenças Sistêmicas?

Pesquisas mostram uma inter-relação entre doenças periodontais e problemas sistêmicos, tais como problemas respiratórios, osteoporose e nascimentos de crianças prematuras e com baixo peso. Também é encontrado na literatura que pessoas com doenças periodontais são duas vezes mais susceptíveis a sofrer doenças cardíacas.

As Doenças Periodontais atingem 75% da população maior de 25 anos de idade.
Fique atento a alguns sinais das Doenças Periodontais:
Sangramento gengival;
Mau hálito persistente (halitose);
Gengivas vermelhas, inchadas e sensíveis;
Gengivas que se afastam dos dentes (retração).
Pus entre a gengiva e o dente;
Alteração no formato gengival;
Freqüentemente indolor (assintomático);
Mobilidade dentária.

As Doenças Periodontais podem afetar o coração?
Sim. Pessoas portadoras de febre reumática, prolapso de válvula mitral ou sopro cardíaco, podem necessitar de antibioticoterapia prévia a procedimentos periodontais. Isto porque durante o tratamento gengival, bactérias causadoras de doenças periodontais podem alcançar a corrente sangüínea e colocar o paciente em risco para a endocardite bacteriana (inflamação no revestimento e válvulas cardíacas).
Muitos tipos de Doenças Cardiovasculares podem ser prevenidas diminuindo os seus fatores de risco, dentre eles as Doenças Periodontais.
Seu cirurgião-dentista (periodontista) e cardiologista serão capazes de determinar se suas condições periodontais e cardíacas requerem antibioticoterapia prévia aos procedimentos periodontais.
As Doenças Cardiovasculares afetam milhões de brasileiros. É a segunda causa de óbito no país.

  • Disponível em : http://www.odontologiadiferenciada.com.br/?cont=periodontia
  •  http://odontologika.uol.com.br/periodontia.htm
















quarta-feira, 6 de junho de 2012

Áreas de Atuação do Cirurgião Dentista - Estomatologia


Estomatologia (Diagnóstico das doenças bucais)

A Estomatologia é uma especialidade da Odontologia que tem como finalidade prevenir, diagnosticar e tratar as doenças que se manifestam na cavidade da boca e no complexo maxilo-mandibular. Também é atribuição do estomatologista estar atento para o diagnóstico, e o devido encaminhamento ao médico, de doenças sistêmicas que possam apresentar manifestação na boca ou que possam exercer alguma influência ou interação negativa com o tratamento odontológico.
Diferentemente de vários países da Europa, da América do Sul ou mesmo dos Estados Unidos, onde há muitas décadas a Estomatologia é exercida em sua plenitude, só a partir de 1992 que o Conselho Federal de Odontologia - CFO reconheceu a importância e a oficializou como uma especialidade da Odontologia, não obstante os esforços dos pioneiros da Estomatologia brasileira e da Sociedade Brasileira de Estomatologia.
Este reconhecimento tardou a ocorrer principalmente devido ao fato de que a Odontologia brasileira, durante muito tempo concentrou suas atenções quase que exclusivamente no órgão dental esquecendo-se da inter-relação deste com a cavidade da boca e desta com o todo.
Como uma especialidade nova, e ainda relativamente desconhecida, não se insinuou no ensino odontológico com a profundidade desejada, para formar odontólogos com uma real visão de medicina bucal. O resultado disto é que grande parte dos pacientes, com doenças bucais de diversas nosologias, ficam sem atendimento técnico-científico adequado pela falta de profissionais experientes na área.
Esta especialidade emergente surge num momento difícil da saúde pública brasileira, não só pela falta de gerenciamento mas, também, pela falta de educação para a saúde, saneamento básico, alimentação e muitos outros fatores importantes para a melhoria da qualidade de vida. Apesar de todas as dificuldades, a Estomatologia não pode fugir às suas responsabilidades pode e deve atuar de forma incisiva para a melhoria da saúde bucal da população.
Uma visão moderna dos profissionais da área médica é valorização da saúde e não da doença. Neste sentido, o estomatologista deve ter como metas para nortear as suas ações: a prevenção e o diagnóstico precoce das doenças da boca e do complexo maxilo-mandibular.
Prevenir significa antecipar-se a ..., chegar antes de... etc. - a promoção da saúde e a proteção específica (prevenção primária) indiscutivelmente são as formas mais efetivas de prevenir os agravos a saúde. Em Estomatologia, a promoção da saúde pode ser conseguida através de ações educativas tentando-se mudar valores e comportamento do paciente. Assim, a orientação ao paciente quanto aos malefícios do fumo, álcool, exposição excessiva ao sol, da importância de uma boa higiene e saúde bucal, da integridade dos elementos dentais e aparelhos protéticos, os benefícios da alimentação balanceada, orientações quanto a importância e técnica de auto-exame são alguns exemplos que se levados a efeito podem evitar o aparecimento de inúmeras doença.
Para viabilizar-se o diagnóstico precoce é necessário algum esforço do profissional no sentido de criar oportunidades para esse objetivo. Em outras palavras, o profissional, principalmente o estomatologista, ao abordar o seu paciente deve preocupar-se inicialmente em constatar a normalidade, e diante de qualquer alteração implementar a metodologia clínica necessária para o equacionar do diagnóstico. Desta forma ele estará criando oportunidades para que uma das metas mais importantes na área da saúde seja atingida - o diagnóstico precoce - o que determinará ações terapêuticas mais eficientes e com um menor custo.
A Estomatologia é uma especialidade que exige daquele que a ela se dedica, um estudo contínuo das bases científicas inerentes a sua atuação, desenvolvimento do raciocínio lógico, senso crítico, além de oferecer uma oportunidade para se cultuar os valores humanísticos que sempre deve ser exaltado na relação profissional-paciente.

Disponível em :  http://www.odontologiadiferenciada.com.br/?cont=estomatologia














Principais doenças bucais

 


  • Afta: é uma das doenças mais comuns que afeta a boca, atinge cerca de 20% da população mundial, sobretudo jovens. São lesões dolorosas, múltiplas ou solitárias, que costumam incomodar por cerca de 20 dias. As aftas podem ser precedidas por ardência, coceira ou formigamento. As causas das aftas variam de predisposição genética, trauma, alergia, hormônios, estresse a doenças autoimunes. O tratamento depende de cada caso. Não há cura, mas medicamentos específicos diminuem a sua frequência e gravidade.
  • Herpes: é uma doença infectocontagiosa, sexualmente transmissível, causada pelo vírus herpes simples (VHS), que fica latente no organismo. Pode ser contraída pelo beijo e se manifesta em situações de baixa imunidade, exposição solar e, no caso das mulheres, durante a menstruação. São pequenas bolhas, que surgem geralmente nos lábios e duram, em média, duas semanas.
  • Halitose: Termo usado para o conhecido mau hálito. Cerca de 90% delas estão relacionadas ao estado em que se encontra a boca. Diferentemente do que a maioria das pessoas acredita, pouquíssimos casos têm origem no estômago. Para prevenir este mal, é preciso manter uma higiene completa.
  • Gengivite: nada mais é do que a inflamação da gengiva, que é desencadeada pelo acúmulo da placa bacteriana, que se forma principalmente pela má higiene dos dentes. A região fica avermelhada, inchada e costuma sangrar. A simples remoção da placa bacteriana resolve o caso, mas se não for feita o quadro pode evoluir para periodontite.
  • Mononucleose: é causada pelo vírus Epstein-Barr (VEB), é mais conhecida como ‘doença do beijo’, pois esta seria a principal forma de transmissão. Depois de um período de incubação de 30 a 45 dias, o vírus tende a permanecer para sempre no organismo da pessoa. Pode ser assintomática ou apresentar sintomas que incluem fadiga, dor de garganta, tosse, inchaço dos gânglios, perda de apetite, inflamação do fígado e hipertrofia do baço.
  • Candidíase: Conhecida como ‘sapinho’, esta doença é causada por fungos e manifestada pela formação de manchas brancas e avermelhadas pela cavidade bucal ou feridas no canto da boca. A candidíase geralmente é desencadeada em situações em que há queda na resistência do organismo.
  • Câncer de boca: os tumores se desenvolvem na forma de carcinoma epidermóide, ou seja, aparecem como uma ferida que nunca cicatriza e cresce progressiva e rapidamente, infiltrando-se nos tecidos vizinhos. O tratamento é feito por meio de cirurgia para retirada do tumor, usando como tratamento a radioterapia e a quimioterapia. Como em outros tipos de lesões cancerígenas, quanto mais precoce for o diagnóstico, maiores serão as chances de sobrevida. O principal agente causador do câncer na cavidade bucal é o cigarro, mas o álcool tem efeito potencializador. Nos lábios, o tumor maligno também pode ser desencadeado pela exposição ao sol sem o uso de protetores contra os raios ultravioleta, especialmente em pessoas de pele e olhos claros.

Disponível em :  http://www.sempretops.com/saude/doencas-de-boca/